domingo, 8 de julho de 2012

Quando o mundo me açoita é para você que eu corro. Sempre.


Image from: sxc.hu

E o meu querido
- Meia-dúzia de momentos -

(Para o meu querido)

Jacqueline Collodo Gomes

E eu estou aqui, de novo
à mesa deste café
olhando para você
o meu estático querido

Compenetrado e digno
E eu me debruço e o fito
- Queria levá-lo comigo
que a vida tem sido injusta...

Atende ao instinto e me busca!
Pega essas mãos que são suas!
Minha mais doce figura!

Meu querido, tão doce e distinto
desde a primeira linha tenho lhe dito
conhecer por teu nome a ternura.

23:51, 07/07/2012.

Quando o mundo me açoita
é para você que eu corro. Sempre.
Você cobre minhas vertentes.
Dá-me talento e honra.

E eu te beijo em uma página.
E eu te nino, cílios meus.

23:54. 07/07/2012.

Peço-te, então, Alessandro
que não se minem os teus planos?
Peço-te mais que as veias
gritando veios teus?

07/07/2012. 23:56

E eu estou. E eu estou
bem abaixo da tua sacada
quero vê-lo, madrugada!
Quero ter teus ombros meus!

Vem cantar-me, serenata!
Que a noite trouxe a prata,
e o coração chama Alessandro aos planos teus.

07/07/2012. 23:58.

Senhor do meu Rubi.
Senhor do querer meu.

07/07/2012. 23:59.

Eu nem preciso dizer.
Eu nem preciso falar.
Você conhece o que as areias fizeram
às pegadas que vão lhe encontrar.

É por isso. Isso.

00:02. 08/07/2012.

4 comentários:

  1. Belas palavras, muita sensibilidade!
    Grande abraço, sucesso e grato pela visita!

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    1. Obrigada, Evandro. Uma linha de elogios bonitos. Venha sempre. Abraço de poesia!

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  2. Tudo muito lindo em teus detalhes.

    Abraço;)

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    Respostas
    1. Obrigada, Bruno. Fico contente que tenha gostado. Abraço de poesia!

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