segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Escrever... Abraço de vasto

Mediterrâneo

Eu senti tanta falta do espaço que você me dá.
Nos vãos pelos quais os poros podiam se expressar
Era sua voz chamando do outro lado dos trilhos
E eu sorrindo, em segundos definindo...
É verdade! Quanto tempo faz!...

As ruas se estenderam, e os pneus
sobre elas, apressados, e correram
os homens, os anseios desesperados,
e o encontro da face, tua alforria,
lembrança do que fora um dia...

Escrever... Abraço de vasto
sem fim, sem fim... São versos despreocupados
sempre sorrindo, deitados na brisa,
esteira resolvida,
mergulho em travessias

O mediterrâneo do ombro até as mãos.

24/09/2012. 23:22.

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