quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

PRÉ-VENDA do livro "Oceanos em Pétalas"

“Oceanos em Pétalas”, Jacqueline Collodo Gomes

ºº Pré-venda para impressão independente ºº


(Clique na imagem para abrir)




Caros amigos e contatos,

Como compartilhei algumas vezes, já tem alguns anos que venho tentando concretizar a publicação impressa do meu primeiro livro de poesias, que infelizmente várias vezes teve de ser adiada, causando-me períodos de grande tristeza, frustração, e até mesmo vontade de desistir da escrita.

Vocês podem estar pensando que eu deveria buscar uma editora para publicar o livro, e é claro que nestes anos todos já tive contato com algumas editoras, mas as restrições destas empresas para a publicação de livros são muitas, e praticamente tornam nula a entrada do novo autor no universo literário por este meio; isto se dá porque vivemos em um país em que pouco se lê, e os custos para publicação e publicidade são altos, assim, para que consigam manter as portas abertas, e fazer vendagens que cubram as despesas de produção, as editoras precisam filtrar e restringir os investimentos ao que o público adquire.

Mas, para a salvação dos novos autores, existem pequenas editoras que trabalham com publicação sob demanda, ou seja, o autor paga pela publicação do livro e as devidas taxas de registro, e pode mandar imprimir o número de livros com que puder arcar financeiramente, sejam dez unidades, vinte, trinta, cinquenta, cem, etc. Como pessoa consciente da realidade de publicação de nosso país, claro, a tempos vinha me programando para fazer os livros exatamente desta forma, pela publicação independente sob demanda, trabalhando e guardando cada quantia com esforço, mas infelizmente, por muitas vezes mediante a alguma emergência financeira, ou de saúde, não tive outra opção senão recorrer e usar o dinheiro separado para o livro.

Esse processo se repetiu pelos dois últimos anos, até que neste ano de 2014 a tristeza e a frustração, somada as complicações e os assuntos da vida diária, deixaram-me por um bom tempo sem expectativas e desiludida com o sonho do livro.

Mas um verdadeiro sonho, mesmo que tire um bom cochilo dentro de nós, forçado pelas razões difíceis da vida, não morre, e num determinado momento, acorda novamente, com a mesma sede de brotar daquele primeiro momento em que fora sonhado! E é assim que estou escrevendo e dividindo isto com vocês, o comunicado de que o meu primeiro livro impresso de poesias vem aí! O projeto está pronto, a capa está em vista, já tenho a editora que fará a publicação sob demanda! E agora, lanço a pré-venda do livro, para que o mesmo possa ser impresso, e finalmente, acontecer!

Serão cerca de 40 a 50 poesias de minha autoria, de temas variados, incluindo poesias dos dois e-books, e mais títulos selecionados, e pretendo incluir algumas poesias inéditas. O valor da unidade ficará em R$ 25,00, e as despesas de envio por Correio ficarão em R$ 5,00, sendo o total para reserva de exemplar R$ 30,00 por unidade.

A previsão de impressão é para Março, Abril/2015, ou quando a porcentagem mínima de reservas for atingida. E para o sonho começar a nascer, só falta você adquirir o seu exemplar na pré-venda!

RESERVE O SEU:
Faça o depósito do valor correspondente ao número de unidades que deseja adquirir. Os dados bancários estão impressos na imagem acima, clique na foto para abrir. Em seguida, envie seus dados e endereço completo para o e-mail informado também na imagem.

DÚVIDAS E INFORMAÇÕES:
Fale comigo através do e-mail descrito na imagem acima citada.

Jacqueline Collodo Gomes

E-books em Cd à venda na loja Armazém das Oficinas


Amigos e Contatos,

Este é um projeto que estava em meu coração e meus planos para ser executado desde o ano passado, mas que por diversas vezes o medo e a insegurança me fez adiar. Agora está aí, pronto, e quase totalmente finalizado, que poderá ser adquirido diretamente na loja Armazém das Oficinas, em Campinas/SP. Um Cd idealizado e montado com muito carinho e capricho, um belíssimo trabalho de capa e adesivagem, com a colaboração do lindo trabalho de Vanessa Longo (Van, muito obrigada!), a fim de ser material para expandir a divulgação do meu trabalho poético enquanto os livros físicos não chegam, e estará a um valor simbólico de R$ 6,00 a unidade. O Cd contém os arquivos atualizados dos meus dois E-books de poesia, "Oceanos Inteiros e Outras Poesias", e "Pétala Eterna e Outros Momentos Poéticos", é só inserir no computador ou notebook e selecionar o arquivo para leitura, que segue nos formatos .PDF e .DOC
Agradeço a todos pela atenção, e por acompanharem meu trabalho na área da escrita, e em breve trarei notícias sobre o livro impresso, que também vários imprevistos, medo e insegurança, fizeram ser adiado!

Jacqueline Collodo Gomes

À venda no Armazém das Oficinas: Rua Coronel Quirino, 172, Cambuí

Próximo ao Bosque dos Jequitibás, Campinas/SP



eu não sei se é voz, ou abrigo...

Image from: sxc.hu


Se é voz, ou abrigo

Jacqueline Collodo Gomes

Ando cambaleante nos sentidos,
eu não sei se é voz, ou abrigo,
não sei se é a fome, ou o perigo,
a fraqueza da vida difícil,
ou, a fraqueza do pão.

Serão as franquezas dos tempos,
talvez!
Todo o resto do mundo,
em sua altivez.
Será coisa do espírito?
É o espírito que treme?
A água a abarcar
uma lírica sombra tênue?

Ando frágil ao senti-los,
orifícios de vidro,
rasos pálidos resistentes!
Produto da areia em corte veemente.

04:50, 30/11/14.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

....despeçado e farelo daquela mágica que acontecia...

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Eu, por muitas vezes este ano

Jacqueline Collodo Gomes

Eu, por muitas vezes este ano, quis rasgar a minha vida como a um caderno de poesias velhas, primárias, de que temos que nos desfazer, para crescer nas palavras, para escrever algo melhor! Mas, não pensando neste sentido, senão somente a necessidade de rasgar, rasgar, rasgar, todas as coisas que eu não escolhi, todas as situações em que cai, todas as condições impostas, as conclusões miseráveis, a minimização a que a existência tantas vezes tivera submetida; cada semana e cada hora de cada dia desgraçado e miserável deste ano miserável! Miseráveis e apodrecidas vísceras que se dissera de existência! Todo engano, todo falso encanto, toda promessa que você não cumpriu, toda promessa que eu sonhei sozinha, toda promessa de uma idealização estúpida que prendeu a alma por tanto tempo e agora em passos tão áridos, e de tão, tão difícil, inalar! O luto do luto, do que eu não pedi para acontecer, do que eu não pedi para viver, do que eu não sei dizer como aconteceu! Do que eu queria que tivesse um mínimo esforço de se fazer, assim, como um embrulho com laço de fita, bonito e brilhante, do tamanho ideal das mãos, do tamanho ideal da prateleira do quarto, por uma pequena que se perdeu tanto tempo em suas trilhas mentais; como quem pede mais uma colherzinha de açúcar no café! E agora, todo o borrão das coisas medíocres que traço, e não são nada, totalmente despeçado e farelo daquela mágica que acontecia, um dia, e que agora é só uma porcaria qualquer!
Sou eu que me exijo demais? Sou tão estúpida assim?
Que ano miserável! Que trapos fez de tudo, tudo!
Eu nem escrevo mais como sentia que devia ser o assim.

01:14, 20/11/2014.

"Dá-se ao direito de sentir o ódio e a raiva quem quer ser de carne e osso."

O motivo é o hoje

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Sinônimo Declive

Jacqueline Collodo Gomes

"Canions em depressão, são estradas sem chão".

O motivo é o hoje,
o instante do agora,
seja do que se ri,
seja do que se chora.
O motivo é só o hoje.

E, no pesar pelo ir embora,
também, às vezes, o só por ora.
Às vezes é este, tão somente,
que faz suportar.

É ver aquele pequeno sorriso,
e de novo, e o que irá se tornar...
É sentir um pouco mais o vento,
a brisa,
- afago de mão da vida;
meio segundo de não se imergir
em mais um, que foi dia.

01:50, 19/11/2014.

Blog com erro nos comentários! :(

Queridos visitantes,

Não sei por qual motivo, mas o blog está apresentando erro de página quando tento responder aos seus comentários!

Assim, para não acharem que não leio e não me importo com os comentários, o que é absolutamente o contrário disto, vou responder aos comentários em postagens, até que o blog volte ao normal.


Para pattymarilia, que escreveu na postagem: "A Lua de Ganímedes

pattymarilia20/10/14 1:51 PM
Demorei mas encontrei! Ganymédes José merecia uma homenagem à sua altura! Parabéns!!!

Resposta: Olá pattymarilia! Agradeço pela visita. Que lindo o seu comentário, muito obrigada! Que alegria saber que você também admira o trabalho do Ganymédes José.
Venha mais vezes ao meu blog, vou ficar contente em recebê-la.
Um grande abraço! Jacqueline.

* * *

Para Nathy Faustino, que escreveu na postagem: "...girando seus grandes vestidos, e fitas ornamentais..."

Nathy3/8/14 4:14 PM
Jac, ainda lembra de mim? Como sempre muito talentosa com as palavras. Parabéns! Saudades de você... Beijos!

Resposta: Oi Nathy! Eu me lembro sim de você. Respondi a todos os comentários que você deixou aqui no blog, mas de alguns meses para cá, o blog tem dado erro ao publicar os comentários, e algumas respostas não entraram. Fico contente que esteja gostando das poesias. Volte sempre que quiser! Um abraço! Jacqueline.

sábado, 2 de agosto de 2014

... girando seus grandes vestidos e fitas ornamentais...

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Leve-me!

Jacqueline Collodo Gomes

Leve-me! E eu serei parte tua como uma única!
Leve-me! E eu serei também a mão a tomar a minha na condução dos caminhos, no abrir passagem nos mundos inertes e difusos, 
nesta festa de sentidos e paraísos, em que ternuras e delírios dançam soltas pelo ar, 
girando seus grandes vestidos e fitas ornamentais, 
onde dispersas de amor e folículos de luz e doçura, como neve, plainam suave entre os encantadores bailados!
Leve-me! Leve-me nesta serena individual do conhecer-te, do atravessar os teus primários, do respirar os teus arfares! Como um total de que se pode ser!

02/08/2014, 16:13.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Talvez seja esse "seu" senso de avaliação que esteja muito justo[...]

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Revés

Jacqueline Collodo Gomes

E, então, você se dispõe a ajudar as pessoas. E as coloca em contato com os seus contatos - conquistados com empenho, tempo dispendido e carinho, no intuito de ajudá-las. E os seus contatos se dispõem a ajudá-las. Mas elas não sabem o que elas querem mesmo, e deixam os seus contatos com cara de tacho à espera delas, ou diante da desistência delas em algo combinado inicialmente.

E, então, vê-se estremecida a credibilidade e olhar que os seus contatos tinham sobre você...

Pode-se sentir muito por não saber se alguém está só querendo tomar o nosso tempo? Oras, e por quê eu deveria sentir, se eu não sou responsável pelo comportamento, pelo sim e pelo não, de ninguém mais além de mim?

É justo que a nossa credibilidade diminua por conta de terceiros?

Talvez seja esse "seu" senso de avaliação que esteja muito justo, tão justo, apertado e fechado, que te limite somente às avaliações primárias, e assim faça ficar longe as alegrias de onde menos se espera!

18:33, 28/07/2014

quinta-feira, 3 de julho de 2014

"E Se O Passar Não Se Esconde" no O Metropolitano

Poesia "E Se O Passar Não Se Esconde", de Jacqueline Collodo Gomes, na edição de 07 de Junho de 2014, do Jornal O Metropolitano.

Clique para ver:


"Eu não peço muito da vida" no O Metropolitano

"Eu não peço muito da vida", de Jacqueline Collodo Gomes, na edição de 21 de Junho de 2014, do Jornal O Metropolitano.

Clique para ver:


terça-feira, 24 de junho de 2014

Quando olho para o montante de coisas...

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Linhas

Jacqueline Collodo Gomes

Quando olho para o montante de coisas que não me fazem feliz, o pegar na garganta de não se saber para onde se está caminhando, no ímpeto a agarrar-se a qualquer fresta de luz como um bote que me possa salvar a vida, eu me pergunto o quanto estou atrasada! Se é possível deixar as grades que me limitaram todos os entendimentos existentes, que os outros parecem compreender, e com eles conviver tão melhor do que eu!
Que produto é este que me tornei? Uma máquina de se extrair felicidade, que não pode reparar a si mesma ! ?
E se eu nunca puder ver a vida como ela é?
Você pode dizer que às vezes é importante se deixar ser conduzido... Mas não sabe como é quando todos os movimentos lhe parecem sempre a mesma mímica indecifrável, a música atrás do vidro, linhas torcidas ao olhar comprimido, que nem com todo o já vivido, e o que se busca perguntar, consegue-se discernir!

24/06/2014. 01:37.

domingo, 22 de junho de 2014

Qualquer canto não é um lugar onde posso viver

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A Banalidade do Reunir e Do Deixar

Jacqueline Collodo Gomes

Comparo a dor do desafeto a uma panela sobre a chama do fogão. Quando a água colide com o óleo quente e as gotas gritam desordenadas pelo ar.
Todas as lágrimas dispendidas diante da nula amizade ofertada buscam a razão, tão inocentes!
Por quê o desprezo a quem te sente?
Por quê ignorar quem também precisa de afeto?
Por quê ficar somente atrás deste painel luminoso?
Por quê não a presença, confessa?
De que vale o meu número na tua agenda?
Sou eu mais do que uma letra no alfabeto que você juntou durante a vida?
Bem, eu não sei mesmo o que represento para você, mas sei dizer
que não sou só um adesivo na janela!
Eu sou uma VIDA. Eu respiro. Eu faço passeios. Necessária também se faz a conversa, a troca do afeto, sou um ser como os seres da existência o são. Qualquer canto não é um lugar onde posso viver. Saiba-o muito bem! Eu deixo o vento levar os farelos. Eu reciclo os sacos de pão!

22/06/2014, 01:55.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sobre Emoções, no Jornal O Metropolitano

Poesia "Sobre Emoções" na edição 58, de 17 de Maio de 2014, no Jornal O Metropolitano. Leia online neste link:
http://issuu.com/o_metropolitano/docs/ed_058_issuu


As Poesias estão de volta no O Metropolitano!

A partir da edição nº 57, de 10 de Maio de 2014, O Jornal O Metropolitano recebe novamente a coluna de poesias e contos semanais de autoria da poetisa Jacqueline Collodo Gomes. Confira todo Sábado nas edições online, ou retire seu exemplar gratuito em um dos pontos de distribuição, em Campinas/SP e Barão Geraldo.
Poesia "Esta Tão Perfeita Escala de Cores" na edição 57, de 10 de Maio de 2014. Leia online neste link:
http://issuu.com/o_metropolitano/docs/ed_057_issuu

sábado, 24 de maio de 2014

- e se o passar não se esconde,

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E  Se O Passar Não Se Esconde

Jacqueline Collodo Gomes

"Chora tuas dores. Quem sabe assim elas não precisem mais de tuas lágrimas."

Contraídos ângulos de estagnação
que prendem a boca ao centro dos dentes,
secos lábios em calos dormentes,
intento constante do romper em fração,

desliza em chuva sobre essas mãos,
terna e crua vela que alumia,
alma abatida de sôfrego guia,
são gritos e gritos de baixa audição,

são teus sonhos, e também a ilusão,
vulgo rompendo, rasante estagnar.

Ai, a alma arde! Com a fronte
- e se o passar não se esconde,
então, rompe! Rompe!

24/05/2014, 03:07.

terça-feira, 4 de março de 2014

Formar de palma, bem no centro da mão.

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No Centro

Jacqueline Collodo Gomes

Formar de palma, bem no centro da mão.
Do segurar, o mais valioso,
a contar deste todo amor
em livre feição e gosto!

Espontâneas claves deste rosto!
E nestas veias, as nascentes da explicação.

04/03/2014, 05:38.


"Você lê o que você enxerga."

sábado, 1 de março de 2014

Este imenso batedor de ingredientes

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Irresoluta Muda

Jacqueline Collodo Gomes

Decifra os gritos da alma! Este imenso batedor de ingredientes
como se meus poros fossem o principal reagente
que a esta fórmula não pudesse faltar!

Poupa-me, infâmia, fórmula de existir!
Não nasci massa de pão! Nem o que detém a vasão
mantido em altas temperaturas! Sou só...

...e tão, apenas,
miúda alma, irresoluta muda,
alguém que tateia asas para fora de tantos dilemas!

28/02/2014, 03:04

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

É madrugada onde os joelhos se juntam

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E, se tudo se apaga...

Jacqueline Collodo Gomes

Segura as bordas do colchão.
E os polegares alisam o lençol que o reveste.
É madrugada onde os joelhos se juntam
e o corpo faz ponte a quem escreve.

O ventilador coloca o clima em movimento.
Faz um barulho baixo, não influi ao lamento.
Tem um coração preocupado com o seu pulsar.
Pensares e enfado, um ardor no calcanhar.

Olha para o desenho que a porta deixa na parede.
As formas são vastas. Contrastam a limitada rede.
Afoito precisar de palmas que lhe guardem as lágrimas!
Todos deveriam tê-las, sem lástimas! E, se tudo se apaga...

...para onde se vai?

28/02/2014, 02:56.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

...conhecer os desenhos antigos, seus personagens e roteiros tão distintos...

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Perder o sono na época atual

Quando eu era bem pequena, e por alguma razão tinha o sono interrompido durante a madrugada, meus pais me deixavam ligar a TV, com o objetivo de recuperar o sono mais rápido, e assim eu me divertia com reprises de desenhos antigos nos canais populares e abertos. Era sempre uma surpresa agradável, conhecer os desenhos antigos, seus personagens e roteiros tão distintos, que um dia alegraram as crianças das gerações passadas; minutos coloridos e harmoniosos, antes de pegar no sono de novo!
Hoje em dia, quando perdemos o sono durante a madrugada, ligar a TV é triste e lamentável. Só encontramos no ar programas de igrejas, e telejornais, já explorando matérias violentas... Nem de madrugada temos mais um escapezinho sequer do estresse, do caos, da decadência social! Nem mais na madrugada um espaço pra respirar!
E esses donos de emissora... Acham mesmo que tem gente querendo absorver toda essa agitação logo cedo, para escalar esse tipo de programa para este horário, antes até do nascer do sol? Não vieram eles também de uma época onde se reprisava nas madrugadas os desenhos dos tempos de criança de seus pais, os filmes divertidos e badalados dos anos 70, 80? Sinceramente! Não deixam nem mais esse pequeno intervalo em paz, com uma programação alternativa, mais leve, mais acolhedora!
Que saudades do tempo onde havia menos exploração, e mais carinho com o público!

Jacqueline Collodo Gomes. Campinas/SP, 13/02/2014, 06:45.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

...encontro teus ares...

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Se as lágrimas impelem a felicidade

Jacqueline Collodo Gomes

Se as lágrimas impelem a felicidade,
grande amigo de alma,
de flor, e de calma,
destoando a estima,
a resigna, de se caminhar,
encontro teus ares,
e já não há tão altos lagares,
os sorrisos preenchem os lugares,
e é imensa a vontade de ver o mar!

(Seu olhar me faz ter vontade de ver o mar de novo!)

05/02/2014, 01:59.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

E todo o imenso de preencher os segundos

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Com o Coração em Dor

- Jacqueline Collodo Gomes 

Com o coração em dor
transportam-se os nós às digitais
- meus sentimentos desnudos nos varais.
Um amor tão fundo
que seu início não se encontra mais!
...
E todo o imenso de preencher os segundos
deixados numa controvérsia sagaz.

(Para o meu jardim)

Campinas, 15/01/2014, 17:53.

Estas cansativas luzes...

Todos Os Dias São Difíceis Para Mim

Jacqueline Collodo Gomes 

Todos os dias são difíceis para mim.

Estas cansativas luzes, que não sabem se piscam, ou fisgam!

Desapontados suspiros - primeiro aqui dentro. São os olhos fitos de um jardim seco...

… um não-iluminar de clarim.


00:50, 28/12/2013.

"Pétala Eterna e Outros Momentos Poéticos" no Jornal O Metropolitano


O E-book "Pétala Eterna e Outros Momentos Poéticos", da jovem escritora e poetisa Jacqueline Collodo Gomes, foi matéria do Jornal O Metropolitano do dia 14 de Dezembro de 2013, edição 41, sendo também destaque de capa!

A edição do jornal pode ser conferida online, na página 07, área "Entretenimento", neste link: http://issuu.com/o_metropolitano/docs/ed_041_issuu

Clique para abrir a imagem