terça-feira, 24 de junho de 2014

Quando olho para o montante de coisas...

Image from: sxc.hu

Linhas

Jacqueline Collodo Gomes

Quando olho para o montante de coisas que não me fazem feliz, o pegar na garganta de não se saber para onde se está caminhando, no ímpeto a agarrar-se a qualquer fresta de luz como um bote que me possa salvar a vida, eu me pergunto o quanto estou atrasada! Se é possível deixar as grades que me limitaram todos os entendimentos existentes, que os outros parecem compreender, e com eles conviver tão melhor do que eu!
Que produto é este que me tornei? Uma máquina de se extrair felicidade, que não pode reparar a si mesma ! ?
E se eu nunca puder ver a vida como ela é?
Você pode dizer que às vezes é importante se deixar ser conduzido... Mas não sabe como é quando todos os movimentos lhe parecem sempre a mesma mímica indecifrável, a música atrás do vidro, linhas torcidas ao olhar comprimido, que nem com todo o já vivido, e o que se busca perguntar, consegue-se discernir!

24/06/2014. 01:37.

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